Veja onde vai acontecer os principais eventos do Karate no Brasil e no Mundo.
Aqui estar uma prévia do calendário de eventos.
Março
10 e 11/03/2012 - Curso de Árbitros para atualização das regras de Kumite (São Paulo/SP)
24 e 25/03/2012 - Encontro Nacional de Faixas Pretas (Fortaleza/CE)
31/03/2012 - XII Copa Interclubes da ASKAPRO - Katá (Salvador/BA)
Com a Direção: James Watkins e no Elenco: Alisa Khazanova, Ciarán Hinds, Daniel Radcliffe, David Burke, Janet McTeer, Shaun Dooley, Sidney Johnston, Mary Stockley, Alexia Osborne. Estréia nesta sexta – feira dia 24 de Fevereiro de 2012, A Mulher de Preto.
Sinopse:
Um jovem advogado londrino Arthur Kipps (Daniel Radcliffe) é forçado a deixar seu filho de três anos e viajar para a pequena vila de Crythin Gifford para tratar dos assuntos do recentemente falecido dono da Casa Eel Marsh. Mas quando ele chega à arrepiante mansão, descobre segredos obscuros no passado da cidade. Sua sensação de mal-estar aumenta quando ele vislumbra uma misteriosa mulher toda vestida de preto.
É uma das festas mais populares e animadas do mundo. Tem sua origem no entrudo português, onde, no passado, as pessoas jogavam uma nas outras, água, ovos e farinha. O entrudo (entrada) acontecia num período anterior a quaresma e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval.
História do Carnaval
O entrudo português e as máscaras italianas são heranças do período colonial que viriam compor as características de nosso carnaval. O entrudo chegou ao Brasil por volta do século XVII e foi influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como Itália e França, o carnaval ocorria em formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo também foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem européia.
No Brasil, no final do século XIX, começam a aparecer os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos "corsos". Estes últimos tornaram-se mais populares no começo dos séculos XX. As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais. A partir daí o carnaval começa a ter a cara do nosso país com a participação de negros, mulatos e brancos.
No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas e uma das principais responsáveis por este crescimento foi a grande compositora Chiquinha Gonzaga que na época compôs a primeira marchinha de carnaval chamado “Ó ABRE ALAS”. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado.
A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro em 1927, e chamava-se “Deixa Falar”, criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Está foi referência para o surgimento de outras agremiações no Rio de Janeiro, inclusive no próprio morro de São Carlos, base da atual Estácio de Sá. Lá, foram fundadas outras escolas que faziam sua folia na disputa pelo título, como "Cada Ano Sae Melhor", "Vê se pode" (posteriormente "Recreio de São Carlos") e o "Paraíso das Morenas". Os laços, quase consangüíneos, falaram mais forte e, em 1955, essas escolas se uniram para formar a Unidos de São Carlos. Em 1983, mais uma mudança: a Unidos de São Carlos vira Estácio de Sá.
A partir dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro como: Mangueira, Portela, Vizinha Faladeira, entre outras e em São Paulo: Lavapés, Vai-Vai, Camisa Verde e Branco e Nenê de Vila Matilde. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada.
A região Nordeste permaneceu com as tradições originais do carnaval de rua como, por exemplo, Recife e Olinda, no ritmo do frevo e do maracatu. Já na Bahia, o carnaval de rua conta com a participação dos trios elétricos, embalados por músicas dançantes, em especial o axé.
Carnaval de Salvador
“O carnaval de Salvador, a primeira capital do Brasil, evoluiu como no Rio de janeiro e em diversas outras partes do país. As iniciativas tomadas para conter os abusos do entrudo português fizeram surgir os bailes dos salões, com grande destaque para as festas à fantasia do teatro São João, o corso, os cordões e blocos diversos.” Em 1884, Como os negros não eram bem-vindos nos salões da sociedade, continuaram brincando o Carnaval nas ruas. Esses festejos foram organizados pela primeira vez pelo poder público e é considerado um marco pelos baianos devido a organização apresentada pelas manifestações populares a partir deste ano.
“No finalzinho do século XIX, por volta de 1894, 1895, surgiu o Afoxé, um tipo de grupo formado por negros que representavam casas de culto de herança africana e saíam às ruas cantando e recitando seqüências de músicas e letras. Os afoxés exibiam-se na Baixa dos Sapateiros, Taboão, Barroquinha e Pelourinho, enquanto os grandes clubes desfilavam em áreas mais nobres. O mais famoso afoxé é o "Filhos de Gandhy", criado em 1949 - ano do IV centenário da cidade - pelos estivadores do Porto de Salvador. O nome é uma homenagem ao pacifista indiano Mahatma Gandhy, assassinado um ano antes.
A maior inovação do Carnaval da Bahia porém, foi o Trio Elétrico de Dodô e Osmar, que surgiu em 1950 e representa a consagração do carnaval de rua. A primeira apresentação foi feita em cima de um Ford 1929, com guitarras elétricas e som amplificado por auto-falantes, às cinco da tarde do Domingo de carnaval. O desfile aconteceu no Centro da cidade arrastando uma verdadeira multidão. Na verdade, o nome "trio elétrico" só surgiu mesmo no ano seguinte, quando três músicos se apresentaram em cima do tal carro.
Nos anos 70 o carnaval presenciou o nascimento de grupos históricos, como os Novos Baianos e o bloco afro Ilê Aiyê, além do renascimento do Filhos de Gandhy. Era o começo do crescimento cultural do Carnaval de Salvador, que passou a enfatizar os conflitos e a protestar contra o racismo. Na década de 80, grupos como Camaleão, Eva, e Olodum escreveram seus nomes na história da festa mais popular da Bahia.”
Atualmente, segundo a Saltur (Salvador Turismo) existem 234 entidades carnavalescas saem às ruas da cidade entre esta quinta e a próxima Quarta-Feira de Cinzas: 20 afoxés, 68 blocos afros, 20 blocos alternativos, 22 blocos de samba, 45 blocos de trio, três blocos especiais, três blocos indígenas, sete blocos infantis, 26 blocos percussivos, sete blocos de sopro e percussão e 13 blocos de travestidos.
Carnaval de Recife
Em Recife deacordo com as antigas tradições, mais ou menos em fins do século XVII, existiam as Companhias de Carregadores de Açúcar e as Companhias de Carregadores de Mercadorias. Essas companhias geralmente se reuniam para estabelecer acordo no modo de realizar alguns festejos, principalmente para a Festa de Reis. Estas festas aconteciam anteriormente à festa de reis e era constituída por pessoas negras, livres ou escravos que se reuniam para sair em cortejos caminhando e improvisando cantigas em ritmo de marcha, e os foguetes eram ouvidos em grande parte da cidade.
A partir do século XVIII, surge os Maracatus de Baque Virado ou Maracatus de Nação Africana. No século XIX, surgiram as primeiras agremiações de carnaval e acreditam que as festas dos Reis Magos serviram de inspiração para o carnaval recifense. E com isso aparecem também os clubes, entre eles: Xaxadores, Canequinhas Japonesas, Marujos do Ocidente e Toureiros de Santo Antônio.
No século XX, o carnaval era realizado nas ruas da Concórdia, Imperatriz e Nova, onde desfilavam papangus e máscaras de fronhas (fronhas rendadas enfiadas na cabeça e saias da cintura para baixo e outra por sobre os ombros), esses mascarados sempre se apresentavam em grupos.
Os desfiles de bonecos gigantes, em Recife, são uma das principais atrações desta cidade durante o carnaval.
Apesar da influencia de outros países no carnaval brasileiro, hoje esta festa tem a cara, o ritmo e a ginga do povo brasileiro.
Atualmente é um dos eventos mais festejado no mundo, onde podemos encontrar uma grande diversidade de pessoas de vários países e cidades do Brasil. Infelizmente algumas pessoas continuam saindo para esta festa com o intuito de praticar a violência.
Quanto as letras musicais, essas deveriam ser criativas, como são, mais de qualidade, pois o que ouvimos hoje, são músicas com letras maliciosas, ofensivas e que desvalorizam as mulheres.
Veja o vídeo e ouça a primeira marchinha de Carnaval, composta por Chiquinha Gonzaga.
Logo no início um flashback relembra o acordo com Mefistófeles, que o tornou no Motoqueiro. Com isso Johnny Blaze tenta controlar sua maldição escondendo-se do mundo. Mais quando o religioso Moreau o encontra, Johnny decide ajudá-lo a encontrar Nadya e Danny, sua mulher e filho. Eles terão que combater o malvado Roarke, velho conhecido de Johnny.
Este filme tem a direção de Brian Taylor e Mark Neveldinee o elenco é composto por: Ciarán Hinds, Idris Elba, Johnny Whitworth, Nicolas Cage, Violante Placido.
Assistam o trailer e vejam também o cartaz do filme.
Representado pelos kanjis, os números em japonês segue uma sequência lógica muito simples.
Que tal começarmos com os kanji básicos, já que posteriormente, esses mesmos símbolos serão combinados para formar outros números maiores.
Abaixo temos uma tabela com os números em japonês e sua tradução e um vídeo para que você possa acompanha de forma divertida a dizer os números.
Os números em japonês de 0 à 10
Kanji
Leitura em Hiragana
Leitura
Tradução
零
れい, ゼロ
rei ou zero
0
一
いち
ichi (se lê “iti”)
1
二
に
ni
2
三
さん
san
3
四
よん, し
shi ou yon*
4
五
ご
go
5
六
ろく
roku
6
七
なな, しち
shichi (se lê “shiti”) ou nana
7
八
はち
hachi (se lê “hati”)
8
九
く, きゅう
kyuu ou ku
9
十
じゅう
juu
10
Nota: os números japoneses zero, quatro, sete e nove possuem duas formas de pronúncia. É muito comum encontrar um símbolo japonês que pode ter mais de uma forma de leitura.
Curiosidade: O número quatro ganhou esse preferencial devido ao outro significado também concedido a sua pronuncia “shi”, que significa “morte”. Este número é bastante evitado na língua japonesa, como sua omissão em números de casas, hospitais, carros, códigos postais, etc. popularmente, o preferencial é a pronuncia “yon”.
Quanto à sonorização e a escrita é só lembrarmos que no nosso idioma escrevemos de um jeito e as vezes falamos de outro, então não seria diferente em outros países, certo!
Agora, para os números maiores que dez começamos a fazer combinações entre os kanji. É muito simples. Você já sabe falar 2 (ni), certo? E 10 também (juu). Então para falar 12 (juuni) é só somar o 10 (juu) com o 2 (ni). E se invertermos terá de brinde o 20 (nijuu). Já consegue imaginar como se fala 22? nijuuni! É assim que funciona! Veja mais alguns exemplos, logo abaixo:
Existem alguns números em japonês que são irregulares também. Para 100 (hyaku) e 1000 (sen – curioso: se lê “cem”) a lógica é a mesma, porém fique atento nas linhas destacadas:
Outros números maiores
Nº
Kanji
Leitura
Nº
Kanji
Leitura
100
百
hyaku
1000
千
sen
200
二百
ni hyaku
2000
二千
ni sen
300
三百
san byaku
3000
三千
san zen
400
四百
yon hyaku
4000
四千
yon sen
500
五百
go hyaku
5000
五千
go sen
600
六百
roppyaku
6000
六千
roku sen
700
七百
shichi hyaku ou nana hyaku
7000
七千
shichi sen ou nana sen
800
八百
happyaku
8000
八千
hassen
900
九百
kyuu hyaku
9000
九千
kyuu sen
Agora é que entra a parte interessante dos números em japonês. Se quisermos escrever o número 181 em japonês, como fazemos isso? Basta usar o que aprendemos até agora. Primeiro precisamos do kanji 百 (100) e depois dos kanjis 八十一 (81). Ficaria algo assim:
百八十一 - ひゃくはちじゅういち
181 = 100 + 8 x 10 + 1. Que dá 181.
Mais alguns exemplos, agora usado os números maiores. Nos dois primeiros exemplos coloquei uma ajudinha.
3785 = san zen (3000) nana hyaku (700) hachi juu (80) go (5)
1983 = sen (1000) kyuu hyaku (900) hachi juu (80) san (3)
359 = san byaku go juu kyuu
8888 = hassen happyaku hachi juu hachi (olhe os irregulares!)
127 = hyaku ni juu nana
Dicas de aprendizagem: colocamos logo abaixo alguns links para que você aprimore mais sua escrita e seu aprendizado, através de um jogo e praticando a escrita.
E se você for para o final da página deste blog encontrará um widget, onde você poderá jogar escolhendo o idioma. Ex. japonês e depois japonês – português, lá você encontrar qual lição quer aprender.