quarta-feira, 7 de março de 2012

Dia internacional da mulher

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, resolvir fazer esta matéria especial para descrever um pouco desta história e lembrar de algumas mulheres que mudaram e revolucionaram sua época, abrindo assim portas para nossa futura independência. 
A mulher como todos nós sabemos sempre foi alvo de inúmeros preconceitos, o que não foi pouco durante séculos e mais séculos, cansadas deste tipo de discriminação elas se uniram para lutar pelos seus direitos e principalmente por respeito e igualdade entre os sexos.


Origem


A luta pelo direito da Mulher começou a partir do século XIX, através de vários protestos e manifestações e a sua dor foi ouvida por todos e isso começou a incomodar os grandes empresários. Um exemplo que talvez tenha se tornado o marco para a futura data do Dia Internacional da Mulher foi o da indústria têxtil de Nova York, onde as operárias entraram em greve ocupando a fábrica e reivindicaram melhores condições de trabalho, redução de jornada de trabalho e salário justo, e em conseqüência foram trancadas dentro da fabrica e queimadas. Esse evento foi o primeiro a causar impacto na sociedade, onde 130 operárias morreram em defesa de seus direitos. 

Mas há controvérsias quanto a esta versão. Segundo a socióloga Eva Alterman Blay, coordenadora do Núcleo de Estudos da Mulher e Relações de Gênero (Nemge) e professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), o acidente de 1857 não aconteceu. Pelo menos não na data em que é lembrado. 

De acordo com Eva Blay o incêndio que se relaciona ao Dia Internacional da Mulher foi o que aconteceu no dia 25 de março de 1911, nos EUA, na Triangle Shirtwaist Company, uma fábrica têxtil que ocupava do oitavo ao décimo andar de um prédio, e que empregava 600 trabalhadores. A maioria eram mulheres imigrantes judias e italianas com idade entre 13 e 23 anos. Parte dos trabalhadores conseguiu chegar as escadas, descendo para a rua ou subindo no telhado. Outros desceram pelo elevador. Na tragédia 146 pessoas morreram, sendo 125 mulheres e 21 homens. Por causa dessa tragédia foram criados novos conceitos de responsabilidade social e legislação do trabalho, tornando as condições de trabalho as melhores do mundo. 

O fato é que não se sabe com precisão por que o dia 8 de março foi escolhido, mas ele se manifestou ao longo do século XX. A consagração do direito de manifestação pública veio com apoio internacional, em 1975, quando a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu oficialmente a data como o Dia Internacional da Mulher. Segundo a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinas: "O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países."

Fiz uma seleção pessoal das Mulheres que mais se destacaram no Mundo.

Cleópatra VII – Rainha do Egito nascida em Alexandria, (69 – 30 a.C.) última rainha da dinastia lágida, filha de Ptolomeu XII, uma das mais fascinantes mulheres da história, que exerceu forte influência sobre os destinos de Roma, graças às relações amorosas com Júlio César e Marco Antônio. Subiu ao trono do Egito (51 a. C.).
Ela foi a mais famosa mulher da história antiga, uma das mais fascinantes mulheres de todos os tempos, e a única ptolomaica que se identificou com os egípcios e tinha a ambição de restaurar o poder faraônico e a influência de seu país sobre o resto do Mediterrâneo. Imortalizada como mulher fatal pela história e o teatro, de grande inteligência e beleza, usou de ambos os atributos para dirigir politicamente seu reino e seduzir seus adversários. 


Boadicéia (cerca de 66 a.C.) – Rainha celta que liderou tribos em um levante contra as forças romanas que ocupavam a Grã-Bretanha. Dio Cassius diz de Boadicéia: "Boadicéia era alta, terrível de olhar e abençoada com uma voz poderosa. Uma cascata de cabelos vermelhos alcançava seus joelhos; usava um colar dourado composto de ornamentos, uma veste multi-colorida e sobre esta um casaco grosso preso por um broche. Carregava uma lança comprida para assustar todos os que deitassem-lhe os olhos."


Joana D' Arc – nasceu na França em 1412 e morreu em 1431. Esta heroína assumiu o comando do exército real em várias batalhas durante o reinado de Carlos VII inclusive o da Guerra dos 100 anos. Em 1430, durante uma batalha em Paris, foi ferida e capturada pelos borgonheses que a venderam para os ingleses, onde morreu na fogueira por heresia. O papa Bento XV nomeou-a santa em 1920. 


Dandara (1664 a 1694) – Esposa do Zumbi dos Palmares foi uma guerreira feroz e brava defensora do quilombo. Ela participou de todos os ataques e defesas da resistência palmarina. Suicidou-se para não voltar à condição de escrava. 


Catarina, A Grande (1729 -1786) – Imperatriz da Rússia modernizou seu país, reformando todos os aspectos políticos e sociais e se tornando um dos maiores nomes do despotismo esclarecido. Ela reduziu o emprego da tortura e da pena de morte na Rússia e no campo da política externa, Catarina alargou as fronteiras do Império ao anexar partes da Polônia, da qual ela participou ativamente do processo de divisão, da Ucrânia Ocidental, Lituânia e Bielorússia. Em 1783 ela anexa a Criméia fazendo com que o Império chegue ao Mar Negro. Além de ser uma fervorosa defensora das artes e da cultura.



Maria Quitéria (1792-1853) – foi uma militar brasileira heroína da Guerra da Independência. Considerada a Joana D'Arc brasileira. Vestiu-se de homem para alistar-se no exército e teve atuação de destaque em lutas importantes. Foi condecorada com a Ordem Imperial do Cruzeiro do Sul. Morreu aos 61 anos no anonimato nos arredores de Salvador. 

Rainha Vitória (1819 a 1901) – Grande condutora do Império Britânico no século 19, seu governo foi marcado pela revolução industrial, expansão colonial e mudanças drásticas na política, economia e cultura inglesa. Lutou pelo fim da escravidão no Império britânico e por leis que ajudaram os trabalhadores. O governo da rainha Vitória durou 64 anos e ficou conhecido como a “Era Vitoriana” 

Anita Garibaldi (1821-1849) – foi companheira do revolucionário Giuseppe Garibaldi, sendo conhecida como a "Heroína dos Dois Mundos." Recebeu esse titulo por ter participado da revolução Farroupilha no Brasil e da batalha de Gianicolo na Itália. Ela é considerada, até hoje, uma das mulheres mais fortes e corajosas da sua época.




Indira Gandhi (1917-1984) – Filha de Jawaharlal Nehru. Foi a Primeira Ministra de seu país em duas ocasiões até seu assassinato em outubro de 1934. Estrategista e pensadora política brilhante.




Margaret Thatcher (1925) – conhecida como "Dama de Ferro" devido à linha dura de seu governo, foi a primeira mulher a chegar ao cargo de primeira-ministra da Grã-Bretanha e bateu o recorde no poder ao permanecer por 11 anos no comando.Batalhou greves, enfrentou a Argentina na Guerra das Malvinas e foi uma incansável inimiga da União Soviética e do comunismo. Após a Guerra das Malvinas (1982), foi reeleita sendo novamente nomeada Primeira Ministra da Grã-Bretanha em 1984 e permanecendo no poder até 1990.



Outras heroínas que marcaram a história do mundo: 

Madre Teresa de Calcutá (Índia - de 1910 a 1997); Irmã Dulce (1914—1992); Evita Perón (1919-1952); Hipácia de Alexandria (Grécia - de 370 a 415); Mary Wollstonecraft (Inglaterra - de 1759 a 1797); Sacajawea (EUA - de 1786 a 1812); Ana Néri (Brasil - de 1814 a 1880); Florence Nightingale (Inglaterra - de 1820 a 1910); Susan B. Anthony (EUA - de 1820 a 1906); Clara Barton (EUA - de 1821 a 1912); Chiquinha Gonzaga (Brasil - de 1847 a 1935); Simone de Beauvoir (França - de 1908 a 1986); Rosa Parks (EUA - de 1913 a 2005); Leila Diniz (Brasil - de 1945 a 1972); Maria da Penha (Brasil); Zilda Arns (Brasil – 1934 a 2010); Bertha Lutz (Brasil – de 1894 a 1976); Golda Meir (Israel – de 1898 a 1978); Mary Phelps Jacob (EUA – de 1891 a 1970); Benazir Bhutto (Paquistão – de 1953 a 2007); Nefertiti (Egito); Phryne (Grécia); Agatha Christie, Angelina Jolie, Ellen Johnson Sirleaf, Maria Madalena, Maria Antonieta, Lady Diana, Olga Benário Prestes, Chica da Silva, Elizabeth I, Isabel de Castela, Carmem Miranda, Princesa Isabel, Maria Bonita, Cora Coralina, Patrícia Galvão (Pagu), Margot Fontain, Virgínia Wolf, Helena de Tróia, Maria Esther Bueno, Raquel de Queiroz, Tarsila do Amaral, Janis Joplin, Brigitte Bardot, Marina Silva. Quer saber mais sobre as mulheres mais influentes da história? Então leia o livro "100 mulheres que mudaram a história do mundo", de Gail Meyer Rolka.
Não podemos esquecer, é claro de todas as mulheres anônimas que também contribuiu e contribui para à melhora dos nossos direitos a cada dia e vencendo um ou outro preconceito que aparece, tudo isso para termos repeito e compreensão. Parabéns pela sua garra e coragem.

Fontes: Portal da Família.org; www.usp.br apud Portal Sao Francisco.com.br; Revista escola.abril.com.br

Desejo a todas as mulheres um ótimo Dia da Mulher.

quinta-feira, 1 de março de 2012

02/03- Estréia: Anjos da Noite 4: O Despertar

No elenco: Kate Beckinsale, Scott Speedman, Michael Ealy, India Eisley, Charles Dance, Kris Holden-Ried, Richard Cetrone, Sandrine Holt, Robert Lawrenson e a direção de Björn Stein e Måns Mårlind
Sinopse: a vampira Selene (Kate Beckinsale) acorda após ser mantida em estado de coma durante doze anos, e descobre que tem uma filha, chamada Nissa. A garota é uma perigosa mistura das duas raças (vampiro e lobisomem). Quando Selene encontra sua filha, precisa defendê-la de um grupo assassino de lobisomens modificados criados pela BioCom.
Assista o trailer e veja o cartaz deste filme, logo abaixo.



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Calendário FBK 2012

Veja onde vai acontecer os principais eventos do Karate no Brasil e no Mundo.
Aqui estar uma prévia do calendário de eventos.

Março
10 e 11/03/2012 - Curso de Árbitros para atualização das regras de Kumite (São Paulo/SP)
24 e 25/03/2012 - Encontro Nacional de Faixas Pretas (Fortaleza/CE)
31/03/2012 - XII Copa Interclubes da ASKAPRO - Katá (Salvador/BA)

Cinema - Estréia da Semana – A Mulher de Preto

Com a Direção: James Watkins e no Elenco: Alisa Khazanova, Ciarán Hinds, Daniel Radcliffe, David Burke, Janet McTeer, Shaun Dooley, Sidney Johnston, Mary Stockley, Alexia Osborne. Estréia nesta sexta – feira dia 24 de Fevereiro de 2012, A Mulher de Preto.
Sinopse:
Um jovem advogado londrino Arthur Kipps (Daniel Radcliffe) é forçado a deixar seu filho de três anos e viajar para a pequena vila de Crythin Gifford para tratar dos assuntos do recentemente falecido dono da Casa Eel Marsh. Mas quando ele chega à arrepiante mansão, descobre segredos obscuros no passado da cidade. Sua sensação de mal-estar aumenta quando ele vislumbra uma misteriosa mulher toda vestida de preto.
Assista o trailer e veja o cartaz do filme.
Fonte: CinePop



domingo, 19 de fevereiro de 2012

HISTÓRIA DO CARNAVAL NO BRASIL

O que é carnaval?

É uma das festas mais populares e animadas do mundo. Tem sua origem no entrudo português, onde, no passado, as pessoas jogavam uma nas outras, água, ovos e farinha. O entrudo (entrada) acontecia num período anterior a quaresma e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval.

História do Carnaval

O entrudo português e as máscaras italianas são heranças do período colonial que viriam compor as características de nosso carnaval. O entrudo chegou ao Brasil por volta do século XVII e foi influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como Itália e França, o carnaval ocorria em formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo também foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem européia.
No Brasil, no final do século XIX, começam a aparecer os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos "corsos". Estes últimos tornaram-se mais populares no começo dos séculos XX. As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais. A partir daí o carnaval começa a ter a cara do nosso país com a participação de negros, mulatos e brancos.
No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas e uma das principais responsáveis por este crescimento foi a grande compositora Chiquinha Gonzaga que na época compôs a primeira marchinha de carnaval chamado “Ó ABRE ALAS”. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado.

A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro em 1927, e chamava-se “Deixa Falar”, criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Está foi referência para o surgimento de outras agremiações no Rio de Janeiro, inclusive no próprio morro de São Carlos, base da atual Estácio de Sá. Lá, foram fundadas outras escolas que faziam sua folia na disputa pelo título, como "Cada Ano Sae Melhor", "Vê se pode" (posteriormente "Recreio de São Carlos") e o "Paraíso das Morenas". Os laços, quase consangüíneos, falaram mais forte e, em 1955, essas escolas se uniram para formar a Unidos de São Carlos. Em 1983, mais uma mudança: a Unidos de São Carlos vira Estácio de Sá.
A partir dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro como: Mangueira, Portela, Vizinha Faladeira, entre outras e em São Paulo: Lavapés, Vai-Vai, Camisa Verde e Branco e Nenê de Vila Matilde. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada.
A região Nordeste permaneceu com as tradições originais do carnaval de rua como, por exemplo, Recife e Olinda, no ritmo do frevo e do maracatu. Já na Bahia, o carnaval de rua conta com a participação dos trios elétricos, embalados por músicas dançantes, em especial o axé.

Carnaval de Salvador

 “O carnaval de Salvador, a primeira capital do Brasil, evoluiu como no Rio de janeiro e em diversas outras partes do país. As iniciativas tomadas para conter os abusos do entrudo português fizeram surgir os bailes dos salões, com grande destaque para as festas à fantasia do teatro São João, o corso, os cordões e blocos diversos.” Em 1884, Como os negros não eram bem-vindos nos salões da sociedade, continuaram brincando o Carnaval nas ruas. Esses festejos foram organizados pela primeira vez pelo poder público e é considerado um marco pelos baianos devido a organização apresentada pelas manifestações populares a partir deste ano.
“No finalzinho do século XIX, por volta de 1894, 1895, surgiu o Afoxé, um tipo de grupo formado por negros que representavam casas de culto de herança africana e saíam às ruas cantando e recitando seqüências de músicas e letras. Os afoxés exibiam-se na Baixa dos Sapateiros, Taboão, Barroquinha e Pelourinho, enquanto os grandes clubes desfilavam em áreas mais nobres. O mais famoso afoxé é o "Filhos de Gandhy", criado em 1949 - ano do IV centenário da cidade - pelos estivadores do Porto de Salvador. O nome é uma homenagem ao pacifista indiano Mahatma Gandhy, assassinado um ano antes.
A maior inovação do Carnaval da Bahia porém, foi o Trio Elétrico de Dodô e Osmar, que surgiu em 1950 e representa a consagração do carnaval de rua. A primeira apresentação foi feita em cima de um Ford 1929, com guitarras elétricas e som amplificado por auto-falantes, às cinco da tarde do Domingo de carnaval. O desfile aconteceu no Centro da cidade arrastando uma verdadeira multidão. Na verdade, o nome "trio elétrico" só surgiu mesmo no ano seguinte, quando três músicos se apresentaram em cima do tal carro.
Nos anos 70 o carnaval presenciou o nascimento de grupos históricos, como os Novos Baianos e o bloco afro Ilê Aiyê, além do renascimento do Filhos de Gandhy. Era o começo do crescimento cultural do Carnaval de Salvador, que passou a enfatizar os conflitos e a protestar contra o racismo. Na década de 80, grupos como Camaleão, Eva, e Olodum escreveram seus nomes na história da festa mais popular da Bahia.”

Atualmente, segundo a Saltur (Salvador Turismo) existem 234 entidades carnavalescas saem às ruas da cidade entre esta quinta e a próxima Quarta-Feira de Cinzas: 20 afoxés, 68 blocos afros, 20 blocos alternativos, 22 blocos de samba, 45 blocos de trio, três blocos especiais, três blocos indígenas, sete blocos infantis, 26 blocos percussivos, sete blocos de sopro e percussão e 13 blocos de travestidos.

Carnaval de Recife

Em Recife de acordo com as antigas tradições, mais ou menos em fins do século XVII, existiam as Companhias de Carregadores de Açúcar e as Companhias de Carregadores de Mercadorias. Essas companhias geralmente se reuniam para estabelecer acordo no modo de realizar alguns festejos, principalmente para a Festa de Reis. Estas festas aconteciam anteriormente à festa de reis e era constituída por pessoas negras, livres ou escravos que se reuniam para sair em cortejos caminhando e improvisando cantigas em ritmo de marcha, e os foguetes eram ouvidos em grande parte da cidade.
A partir do século XVIII, surge os Maracatus de Baque Virado ou Maracatus de Nação Africana. No século XIX, surgiram as primeiras agremiações de carnaval e acreditam que as festas dos Reis Magos serviram de inspiração para o carnaval recifense. E com isso aparecem também os clubes, entre eles: Xaxadores, Canequinhas Japonesas, Marujos do Ocidente e Toureiros de Santo Antônio.
No século XX, o carnaval era realizado nas ruas da Concórdia, Imperatriz e Nova, onde desfilavam papangus e máscaras de fronhas (fronhas rendadas enfiadas na cabeça e saias da cintura para baixo e outra por sobre os ombros), esses mascarados sempre se apresentavam em grupos.
Os desfiles de bonecos gigantes, em Recife, são uma das principais atrações desta cidade durante o carnaval.

Apesar da influencia de outros países no carnaval brasileiro, hoje esta festa tem a cara, o ritmo e a ginga do povo brasileiro.
Atualmente é um dos eventos mais festejado no mundo, onde podemos encontrar uma grande diversidade de pessoas de vários países e cidades do Brasil. Infelizmente algumas pessoas continuam saindo para esta festa com o intuito de praticar a violência.
Quanto as letras musicais, essas deveriam ser criativas, como são, mais de qualidade, pois o que ouvimos hoje, são músicas com letras maliciosas, ofensivas e que desvalorizam as mulheres.

Veja o vídeo e ouça a primeira marchinha de Carnaval, composta por Chiquinha Gonzaga.



Fontes:
www.infoescola.com/artes/historia-do-carnaval-no-brasil/
www.suapesquisa.com/carnaval/
www.brasilescola.com/carnaval/historia-do-carnaval-no-brasil.htm